Como cooperas?

Como cooperas?
"Lembremo-nos de que há serviço divino dentro de nós e fora de nós. A favor de nossa própria redençao, é justo indagar se estamos cooperando com o espírito inferior que nos dominava até ontem ou se já nos afeiçoamos ao espírito renovador do Eterno Pai." Emmanuel/ Vinha de Luz

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Lei de Progresso

"A matéria é o obstáculo útil; provoca o esforço e desenvolve a vontade; contribui para a ascensão dos seres, impondo-lhes necessidades que o obrigam a trabalhar." (León Denis, do livro O problema do ser... pág. 163)
É sempre válido recordarmos que estamos todos submetidos à Lei do Progresso. Criados simples e ignorantes, construimos a nossa trajetória de seres imortais, acumulando experiências...
O movimento dinâmico do Universo nos incita, a todo instante, a caminhar. A vida nos faz esse convite a cada novo dia, a cada novo amanhecer. Entretanto, por vezes, somos teimosos. O orgulho, que nos impede de termos uma percepção real de nós mesmos, nos faz crer que estamos certos, mesmo quando insistimos em nos opor ao que recomenda a nossa consciência. A final de contas, é nela que estão inscritas as Leis Divinas, embora haja variação no grau de consciência de cada ser.
Porém, a vida possui seus mecanismos para fazer com que derpertemos.

domingo, 23 de agosto de 2009

"A faculdade de recordar é o agente que nos premia ou nos pune, ante os acertos e os desacertos da rota.
Dessa forma, se os atos louváveis são recursos de abençoada renovação e profunda alegria nos recessos da alma, as ações infelizes se erguem, além do túmulo, por fantasmas de remorso e aflição no mundo da consciência."
(Emmanuel, p. 21 do livro Religião dos Espíritos)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Tentação

"Qual acontece com a árvore, a equilibrar-se sobre as próprias raízes, guardamos o coração na tela do presente, respirando o influxo do passado.
É assim que o problema da tentação, antes que nascido de objetos ou paisagens exteriores, surge fundamentalmente de nós - na trama de sombra em que se nos enovelam os pensamentos..."
(Emmanuel p. 19 do livro Religião dos Espíritos)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Auto-conhecimento


Falta-nos um longo e laborioso caminho para nos libertarmos da forma... Não conseguimos, ainda, chegar até a essência. Por isso, tudo nos parece frágil e vulnerável. Todavia, a nossa vontade não foi acionada, permanecemos na superfície de tudo o que nos cerca; pior, nos contentamos com ela. Ignorância? Medo? Preguiça? Falta de fé, de motivação? Difícil responder...

É fato, no entanto, que esta tem sido uma postura corriqueira, um verdadeiro círculo vicioso, no qual nos encarceramos. Assim, nascemos e morremos, tornamos a nascer e morrer... sempre na superfície. Não nos ocupamos, inclusive, com o auto-conhecimento, o mergulho em nós mesmos. Talvez este seja o grandioso desafio, que viabiliza nossa ascensão e, consequente libertação; entretanto, permanecemos arraigados a ideia de grandioso no sentido de "insuperável"...

E, com isso, deixamos para depois. A final de contas, falta-nos tempo. São muitas as solicitações do dia-a-dia e, acaba sendo muito mais fácil "comprar pronto". Basta-nos ligar a televisão, somos mais uma vez "ludibriados" pela forma, pela imagem, e, simplesmente, nos deixamos "anestesiar". Na verdade, é o que os nossos cinco sentidos conseguem captar. Entretanto, somente somos ludibriados porque ainda nos permitimos...

Definitivamente, falta-nos o auto-conhecimento...

sábado, 25 de julho de 2009

Renovação



Embora estejamos todos inseridos na Lei do Progresso, não se pode esquecer de que a mudança, ainda que gradativa, deve ser constante.

Diz-nos o bom senso que a reforma é íntima, nem poderia ser diferente. "A cada um segundo suas próprias obras"; por uma questão de justiça, nossa "salvação" não está condicionada a nehum fator externo, depende da nossa disposição para mudar o que já é possível. Lembremos, ainda, que nossa consciência somente nos cobra daquilo que já podemos fazer.

Agindo de acordo com os valores que já conquistamos, já nos é possível fruirmos de um certo vislumbre de felicidade. Não se pode, entretanto, deixar-se entorpercer pelo pouco já alcançado, olvidando-se do muito que ainda nos falta galpar do caminho. Se o ar torna-se mais rarefeito, por conta da subida, há a contrapartida -o frescor e a beleza das paisagens que vão surgindo pelo caminho.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Livre-arbítrio

(questão 845) Não constituem obstáculos ao exercício do livre-arbítrio as predisposições instintivas que o homem já traz consigo ao nascer?
"As predisposições instintivas são as do Espírito antes de encarnar. Conforme seja este mais ou menos adiantado, elas podem arrastá-lo à prática de atos repreensíveis, no que será secundado pelos Espíritos que simpatizam com essas disposições. Não há, porém, arrastamento irresistível, uma vez que se tenha a vontade de restitir. Lembrai-vos de que querer é poder."
De acordo com as informações dos Espíritos, nesta questão de O Livro dos Espíritos, nossa vontade tem um papel de suma importância, uma vez que é por nossa livre escolha que, de alguma forma, estaremos em condições de sermos influenciados por qualquer outro ser. A resposta acima nos diz, ainda, que "não há arrastamento irresistível...", isso nos faz pensar que não há como colocar a "culpa" no outro, ao escolhermos de forma equivoca, por exemplo. A responsabilidade, consequente das nossas escolhas, será sempre nossa - uma questão de justiça, não é verdade?!
No entanto, queremos destacar o seguinte aspecto da questão 845:
Kardec indaga dos Benfeitores com relação às nossas predisposições instintivas, ou seja, como fica a situação das tendências que, de algma forma, trazemos conosco?
Após uma leitura mais profunda, seguida de uma certa reflexão, pode-se compreender que, embora os equívocos e desvios do passado estejam "impressos" em nós como tendências inferiores, hoje temos a oportunidade da escolha, do livre-arbítrio e, que a utilização da nossa vontade é decisiva para o nosso avanço moral. Vale a pena lembrar que a vontade é individual, não há como outros fazerem a parte que nos cabe neste processo.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Livre-arbítrio

"Pelo uso do seu livre-arbítrio, a alma fixa seus destinos, prepara suas alegrias ou suas dores. Mas, nunca, no decorrer de sua marcha, na prova amarga como no meio da ardente luta da paixão, nunca os socorros do Alto lhe foram recusados. Por mais que se abandone a si mesma, por mais indigna que pareça, desde que desperte sua vontade de caminhar pelo caminho reto, a via sacra, a Providência a ajuda e sustenta." (Léon Denis)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ampliando o nosso olhar


"Sai, cada dia, de ti mesmo, e busca sentir a dor do vizinho, a necessidade do próximo, as angústias de teu irmão e ajuda quanto possas." Emmanuel

domingo, 7 de junho de 2009

Caridade



"Não te negues a dar do pouco que já amealhaste. Não te negues a caminhar, seguindo a marcha do progresso. Todos os que caminham na Terra somos imperfeitos ainda, não se pode esquecer a humildade, condição trazida pelo Mestre Maior; no entanto, todos somos filhos de Deus e é nessa condição que PODEMOS e DEVEMOS contribuir. De que forma? Perdoando, compreendendo, amando, levantando, perseverando no bem e, acima de tudo, NÃO julgando. Se ainda não consegues amar, pois pode parecer difícil amar aquele que está ao lado, comeces por compreendê-lo. Também tu necessitas de compreensão, não é verdade?!"

domingo, 10 de maio de 2009

Paz

"Para que um homem seja filho da paz, é imprescíndivel trabalhe intensamente no mundo íntimo, cessando as vozes da inadaptação à Vontade Divina e evitando as manifestações de desarmonia, perante as leis eternas." (Emmanuel, no livro Vinha de Luz p. 143)
A orientação de Emmanuel não deixa dúvidas: a paz é conquista individual. Não se pode alcançar essa conquista sem o devido trabalho no mundo íntimo. Mais uma vez estamos falando de livre-arbítrio, escolha. Cada um constrói a sua estrada de acordo com as escolhas que vai fazendo a cada momento, uma questão de justiça...

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Confiança

"Quem duvida de si próprio, pertuba o auxílio divino em si mesmo."
Emmanuel nos apresenta esta reflexão, fazendo-nos pensar em nossa responsabilidade diante da vida: nossa ação ou falta de ação fazem a diferença até mesmo no que diz respeito às questões de fé. É uma boa notícia saber que o auxílio (divino) está em toda parte; no entanto, a certeza de que a nossa atitude é fundamental para que as coisas aconteçam fornece uma autonomia importante nessa caminhada. A questão passa a ser a seguinte: o que fazemos com os recursos que recebemos constantemente, de que forma os utilizamos?
Reflexões...

terça-feira, 7 de abril de 2009

"... a genuflexão não soluciona questões fundamentais do espírito, nem a mera adoração à Divindade constitui a máxima edificação. Em verdade, todo ato de humildade e amor é respeitável e santo, e, incontestavelmente, o Senhor nos concederá suas bênçãos; no entanto, é imprescindível considerar que a manutenção e limpeza do vaso, para recolhê-las, é dever que nos assiste." (pág. 23 do livro Os Missionários de André Luiz psicografado por Chico Xavier)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Uma questão de escolha

“Em matéria de mediunidade, não nos esqueçamos do pensamento.
Nossa alma vive onde se lhe situa o coração.
Caminharemos, ao influxo de nossas próprias criações, seja onde for.
(...)
Servindo ao progresso geral, move-se a alma na glória do bem. Emparedando-se no egoísmo, arrasta-se em desequilíbrio, sob as trevas do mal.
A Lei Divina é o Bem de todos.
Colaborar na execução de seus propósitos sábios é iluminar a mente e clarear a vida. Opor-lhe entraves, a pretexto de acalentar caprichos perniciosos, é obscurecer o raciocínio e coagular a sombra ao redor de nós mesmos.” (do livro Nos domínios da mediunidade psicografia de Chico Xavier, por André Luiz págs. 136/137 )
Uma nova oportunidade de reflexionar a cerca da importância do pensamento em nossa vida de relação. A doutrina de uma forma direta nos coloca diante da realidade de que nossa vida de relação não ocorre somente entre os "vivos"; ao contrário, nos relacionamos (mesmo que de forma inconsciente) com aqueles que já não possuem o corpo físico, mas que se mantêm de alguma forma e em algum momento vinculados a nós outros.
Esses companheiros por uma questão de afinidade estão envolvidos conosco. E nós? Quais os pensamentos que alimentamos? Quais os nossos interesses e ocupações? Quais as buscas e os objetivos que nos movem?
Sabendo o teor desses interesses, saberemos com toda certeza quem está ao nosso lado.
É pelo pensamento que recebemos o incentivo necessário a nossa renovação íntima, porque esse é o grande objetivo de estarmos aqui. Aqueles que torcem por esse tipo de progresso em nossa existência estão sempre que possível junto de nós, orientando-nos nesse sentido. No entanto, não há violência; esses Amigos respeitam a Lei de Liberdade (que é uma das Leis Divinas), ou melhor, nosso o livre-arbítrio.
A pergunta é: será que estamos disponíveis a esses companheiros,
será que permitimos a aproximação deles?
É uma questão de escolha.